segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Os 10 piores vírus de computador da história


A internet mudou a vida de muita gente. Principalmente da nova geração, que parece ter nascida grudada nas telinhas de computadores e tablets.

Mas antes de existir Facebook e internet em alta velocidade, a rede era uma oportunidade para os mais curiosos em tecnologia. A geração de gênios da computação resultou no desenvolvimento de vários vírus de computador, famosos até hoje pelo seu poder de destruição.

Foi apenas no final dos anos de 1990 que a segurança digital se tornou prioridade entre usuários e grandes empresas, fazendo com que o antivírus passasse a ser uma ferramenta fundamental para que desejasse manter seus dados longe de hackers.

De lá para cá, muita coisa mudou. Mas vírus continuam a aterrorizar muita gente na web.

Confira uma lista publicada pelo site especializado em tecnologia e ciência Live Science.


1 – Stoned

Mesmo sem a internet como uso popular, os vírus já botavam medo e se espalhavam por meio de disquetes. É o caso do Stoned, um dos primeiros vírus perigosos a surgir, em 1987. Os usuários infectados eram assustador por uma mensagem na tela que dizia: “Seu computador está agora apedrejado”.

2 – Jerusalém

Naquele mesmo ano,  o vírus Jerusalém começou a se espalhar. Esse vírus foi muito mais destrutivo do que o Stoned, pois infectava arquivos dos tipos .exe e .com. Ele era peculiar, e só atacava os computadores nas sextas-feira 13. O poder destrutivo do Jerusalém causou danos para cerca de dezenas de milhares de usuários infectados.

3 – Morris Worm
No ano seguinte, em 1988, a criação de vírus tornou-se crime e Robert Tappan Morris, filho de um famoso cientista da computação, foi a primeira pessoa condenada sob Fraude Informática e Lei de Abuso. Ele criou o primeiro “worm”, um tipo de programa que se espalha nas máquinas sem que haja interação com o usuário. Esse tipo de vírus infectou cerca de 10% dos computadores conectados à internet. Imagine que não eram muitos.

 4 – Concept
Nos anos 90, os vírus evoluíram, assim como a tecnlogia. Em 1995, o vírus Concept  foi o primeiro programa malicioso a infectar documentos do Microsoft Word. Com a internet mais popular, era mais comum usuários infectados compartilharem esses documentos por e-mail. O vírus foi rapidamente espalhado, causando "bugs" nas máquinas.

5 – Melissa
Melissa foi um vírus nada agradável.  Quando infectava computador, ele identificava outros 50 usuários da lista de contatos da vítima, e se espalhava de computador para computador. A contaminação aconteceu em massa, e para que mais usuários não fossem atingidos, empresas como a Intel e a Microsoft foram forçadas a desligar por um tempo seus servidores de email até que o vírus fosse eliminado.

6 – Love Bug
O nome pode ser bonitinho, mas o Love Bug é um dos vírus mais perigosos do mundo. Ele infectou mais de 50 milhões de computadores em apenas nove dias.  Poderoso? Sim! O vírus se espalhou rapidamente por e-mail, disfarçado de uma mensagem de amor de um admirador secreto. Quando o usuário abrir o email, o script anexado excluía arquivos pessoais e mudava a página inicial do Internet Explorer, desencadeando uma montanha de lixo eletrônico.

7 – Anna Kournikova
A famosa jogadora de tênis ganhou uma baita homenagem em 2001. Foi o primeiro vírus Kournikova "pegadinha", que oferecia fotos e vídeos, e na verdade, instalava programas maliciosos. Quem era fã da tenista logo caia na brincadeira.

8 – Code Red
Podem até dizer que era coisa de comunista, mas na verdade o Code Red infectou apenas 350 mil computadores. A destruição maior ficou por conta dos ataques aos servidores da Microsoft e pela dificuldade em eliminar a praga.

9 – Nimda
Nimda surgiu logo após os ataques terroristas de 11 de setembro. Por causa disso, foi ligado erroneamente ao grupo Al Qaeda. Estima-se que ele tenha causado prejuízos de milhares de milhões de dólares. O Nimda era um vírus completo, com estrutura de um worm e um cavalo de Tróia (programa que finge ser benigno, mas não é).

10 – Netsky e Sasser
Os worms Netsky e Sasser chamaram atenção por terem entrado em sistemas de comunicação por satélite da agência de notícias francesa France-Presse, e por ter causado problemas à companhia Delta Air Lines, fazendo com que alguns voos fossem cancelados.

Fonte: Mundo Positivo

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Casos engraçados de suporte



Que tal um pouco de humor com casos engraçados vividos por quem trabalha com suporte técnico? Divirta-se abaixo:

O caso do PC sem entrada de rede

Um belo dia, estava eu atendendo aos chamados, como de costume,  quando uma moça simpática liga para o nosso suporte.

– Bom dia, a minha internet não está funcionando.

Como o nosso sistema não necessita de modem, para realização de testes de verificação é necessário que o cliente coloque o cabo de rede principal (que foi instalado por nós) no computador, no caso do uso de roteador, HUB ou whatever.

Depois das perguntas de praxe, como o nome do cadastro, se utiliza roteador (no caso utilizava) e se o computador estava ligado (sim, acredite, precisamos confirmar isso) pedi para a cliente colocar o cabo azul direto no computador.

– Mas onde eu coloco o cabo???

– Seu computador terá somente uma entrada para esse cabo, é uma entrada diferente. – deduzindo que ela tivesse somente uma placa de rede.

– Mas aqui não tem nenhuma entrada pra esse cabo!

– Senhora, você já estava utilizando a internet, certo? E não era via wireless, certo? Portando seu computador já possui um cabo azul conectado, que vem do roteador. Só é necessário você substituir este cabo pelo nosso.

– Mas aqui não tem nenhum cabo azul!!!

– Ok senhora, quais cabos tem no seu computador? De que cor?

– Só tem dois cabos pretos!!!

Então eu parei tudo o que estava fazendo (lixar a unha, ler Feeds no Google Reader, carregar vídeos no Youtube) e me pus a pensar. Dois cabos pretos? No mínimo você precisa de cinco cabos para usar um PC normal.

– Senhora, onde você está olhando isso? Não é atrás do monitor?

– Ahhhhhhh é….. Ai, descupa moça…. Tem que olhar atrás da CPU então?

Silêncio constrangedor.

Fonte: Casos do Suporte

terça-feira, 18 de agosto de 2015

Por que é necessário investir no monitoramento contínuo?


Há alguns anos, uma situação muito comum no parque tecnológico de algumas empresas era termos um servidor sendo invadido por um hacker, como resultado de falhas de segurança, como o uso de senhas fracas, por exemplo. Com isso, uma ferramenta maliciosa era posta em funcionamento e dados importantes eram acessados indevidamente. Com isso, o hacker poderia usar os dados da forma que lhe fosse mais conveniente.

Hoje, o foco passou a ser o usuário. Isto porque, infelizmente, muitas empresas ainda não seguem as políticas de segurança necessárias, não têm antivírus gerenciado ou firewall instalado ou mantêm o sistema operacional desatualizado. Pior ainda: algumas sequer têm conhecimento sobre o que seja uma política de segurança quando se fala em TI. Como resultado, basta um único clique para que dados importantes da empresa sejam perdidos ou criptografados nos servidores ou nas estações de trabalho. A partir daí, o hacker pode pedir uma espécie de “resgate” para que o processo seja revertido.

Atitudes simples e aparentemente inofensivas são cometidas diariamente nas empresas quanto ao uso da tecnologia, muitas vezes sem que ninguém perceba. Exemplos não faltam, tais como a instalação de programas não autorizados ou de fabricantes desconhecidos e cliques em anexos ou sites suspeitos. São portas de entrada suficientes para tornar um sistema vulnerável a ameaças de todo tipo, como malwares e spywares, criptografia completa dos dados e falhas pontuais nos equipamentos. Em geral, o objetivo mais comum é a captura de informações bancárias, reforçado, talvez, pela inocência extrema do usuário comum quanto ao uso da tecnologia e do fornecimento de dados.

É necessário também que os prestadores de serviços de suporte de TI tenham uma atitude mais proativa, não esperando o problema acontecer para depois agir. Tem que ser um trabalho de prevenção para que novas falhas não ocorram. Para isso, a adoção de ferramentas de monitoramento, em tempo real, torna-se fundamental, além da implementação de outras soluções, como antivírus gerenciado, ferramentas de controle de acesso à web, de controle e filtros de e-mail e, claro, o bom e velho backup.

O mercado de software, felizmente, é capaz de oferecer pacotes completos de ferramentas, atendendo as mais diversas demandas das empresas. Mas é importante ressaltar que, mesmo com todo esse arsenal tecnológico, um monitoramento contínuo, em regime 24 x 7, só é realmente eficaz se tiver um profissional totalmente dedicado a essa tarefa. Para grandes empresas, isso não chega a ser um problema, pois há verba suficiente para isso. No caso das pequenas e médias empresas, a realidade é outra, fazendo com que esse tipo de monitoramento só seja possível pela terceirização, ao contratar um provedor de serviços gerenciados.

Imagine uma situação em que ocorre um alerta de uso de disco no servidor, quando várias máquinas da rede realizam processos simultâneos de gravação e leitura, muito acima da média de utilização. O alerta pode ser feito por e-mail ou até mesmo por SMS, mas se não tiver uma pessoa cuidando pessoalmente do monitoramento e que possa tomar alguma providência, pode ser tarde demais.

Seja qual for o cenário em que sua empresa está incluída, é importante ter em mente que, no mundo cada vez mais conectado, tecnologias de rede têm seus prós e contras, dependendo da maneira como são usadas e administradas. Ao mesmo tempo em que facilitam o dia a dia das empresas na condução de suas atividades e necessidades, servem também como uma estrada perfeita para a proliferação de ameaças de diversos graus. Cabe a você decidir o destino que pretende dar aos dados responsáveis pela manutenção dos seus negócios. Pense nisso.

Rodrigo Gazola é gerente de Vendas da LogicNow

Fonte: Administradores.com.br

Inglaterra testa estrada que recarrega carros elétricos durante o percurso



O desenvolvimento de carros elétrico é um do principais focos atuais da indústria automobilística mundial. O principal problema apontado é a duração das baterias que, segundo as empresas responsáveis pela tecnologia, são pequenas se comparadas ao desempenho de carros a vapor.

A Inglaterra anunciou na última semana que há um ano e meio está realizando testes com equipamentos que visam recarregar carros elétricos durante a viagem. Agora, o desafio é promover os estudos de viabilidade nas pistas, o que não deve ser feito em estradas públicas por enquanto.

A tecnologia funciona da seguinte forma: veículos equipados com tecnologia de recarga sem fio - algo parecido com a recarga de celulares sem o uso do carregador - serão utilizados. A estrada será modificada, recebendo cabos que gerarão um campo electromagnético e, deste modo, reabastecendo os carros.

Segundo o Mashable, a Coréia do Sul realizou testes parecidos anteriormente, baseando-se em uma pista de 12 km, responsável por recarregar carros e até ônibus via tecnologia Shaped Magnetic Field in Resonance (SMFIR).

O ministro dos Transportes Andrew Jones relatou que o governo vai investir cerca de £500 milhões nos próximos cinco anos para o desenvolvimento da tecnologia.

“As tecnologias automotivas estão a avançar a um ritmo cada vez maior e estamos empenhados em apoiar o crescimento de veículos de emissões ultra-baixas nas auto-estradas da Inglaterra.Os ensaios off-road de tecnologia de energia sem fio vai ajudar a criar uma rede de estradas mais sustentáveis para a Inglaterra e abrir novas oportunidades para as empresas que transportam mercadorias em todo o país", diz Mike Wilson, engenheiro-chefe de rodovias.

Fonte: Administradores.com.br

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Quais seriam as consequências de um dia sem internet?



Fala sério. Você não consegue ficar meia hora sem bateria no celular, imagina o inferno que não se tornaria a sua vida se o mundo ficasse um dia sem internet.

1 – Comunicação

De acordo com os dados da NetApp, aproximadamente 1,75 bilhão de pessoas que possuem smartphones não poderiam usar os seus aparelhos. Centenas de milhões de indianos perderiam o único tipo de tecnologia que possuem em suas casas e mais de um milhão de agricultores em todo o planeta não teriam como consultar as previsões de tempo e os preços do mercado, algo feito diariamente através de seus smartphones.

Para completar, nós não poderíamos receber e enviar as mais de 180 milhões de mensagens de email que são trocadas diariamente no mundo e os quase 5 milhões de usuários do Skype não gastariam os 2 milhões de minutos em conversas que são gastos todos os dias.

2 – Previsões Meteorológicas

O processo de previsão meteorológica é muito mais complexo do que as pessoas imaginam e está diretamente envolvido com a internet. As técnicas utilizadas pelos meteorologistas fazem uso da nuvem para realizar milhões de cálculos todos os dias em várias partes do globo, com base nos dados dos últimos 10 mil dias registrados. Um só dia sem internet e sem essas informações impede que os cálculos das previsões do tempo sejam realizados.

3 – Finanças

Ao fazer transações bancárias através dos caixas eletrônicos ou dos dispositivos móveis nós gastamos em média US$ 0,59 e US$ 0,56, respectivamente. Naturalmente, essas transações precisam de internet para funcionar. Caso contrário, precisaríamos fazer todas as transações nos próprios bancos (o que também não é muito prático), e elas custariam aproximadamente US$ 3,97.

4 – Comércio Eletrônico

Entre as grandes revoluções da internet temos a facilidade do comércio eletrônico. Sem esse tipo de conexão, as lojas virtuais perderiam mais de US$ 2 bilhões em vendas, número que abrange os 244 milhões usuários cadastrados da Amazon e os 149 milhões de vendedores do eBay. Prepare-se para comprar e vender as suas coisas nos bazares da cidade.

5 – Energia

Estima-se que o número de aparelhos com conectividade a dados móveis ou por satélite implementados em tecnologias para levantamento de gás e de petróleo será de 1,12 milhão até 2018. Os dados provenientes desses dispositivos são extremamente importantes, pois ajudam nas buscas de hidrocarbonetos em locais remotos – e eles também dependem da internet para se comunicarem.

6 – Redes Sociais

Em só um dia sem internet no mundo, 700 milhões de fotografias no Instagram não seriam compartilhadas e 500 milhões de tweets deixariam de ser publicados no Twitter. Os mais de 894 milhões de usuários do Facebook não enviariam as típicas 10 bilhões de mensagens diárias e não compartilhariam as suas 4,7 milhões de atualizações. Isso sem falar que as pessoas não poderiam acessar os mais de quatro milhões de vídeos no YouTube.

7 – Transportes

Sem as conexões de internet, as centrais de controle de tráfego aéreo não funcionariam e, consequentemente, impediriam a decolagem de aproximadamente 87 mil voos. Além disso, quase 16 milhões de carros não poderiam utilizar os seus recursos de GPS e os carros da Google nem sairiam do lugar.

Fonte: TecMundo

terça-feira, 11 de agosto de 2015

Bateria durando pouco? Cientistas podem ter encontrado a solução!



A durabilidade da bateria dos dispositivos móveis, como smartphones, tablets e smartwatches, é um assunto bastante discutido pelos usuários e pelas empresas. Por exemplo, muitas pessoas ficaram surpresas com o fato de o Apple Watch só funcionar um dia com a carga total e não muito mais do que isso, devendo ser recarregado todas as noites.

A autonomia da bateria dos aparelhos eletrônicos certamente é um ponto que pode ser melhorado, já que inúmeros produtos que utilizamos diariamente precisam ser recarregados praticamente todas as noites. Contudo, esse pode não ser mais o caso – pelo menos daqui alguns anos. A empresa Stretch Sense de Auckland (na Nova Zelândia) anunciou um novo sensor, em desenvolvimento, que pode fazer com os gadgets não precisam mais ser recarregados – pelo menos do que modo que os recarregamos hoje.

O CEO da Stretech Sense, Ben O’Brien, esteve presente na Wearable Technologies Conference (evento realizado no Canadá) para apresentar os novos sensores da companhia. Esses sensores especiais são bastante flexíveis e podem dobrar, criando e armazenando quantidades de energia nesse simples processo – energia que então pode ser utilizada para alimentar os dispositivos que a que eles estão atrelados.

A tecnologia empregada nesses aparelhos está em fase de testes e a empresa está trabalhando, atualmente, com mais de 100 clientes para possíveis aplicações desses sensores. De acordo com o CEO da Stretech Sense, o objetivo da empresa desde o primeiro dia foi desenvolver uma tecnologia que serve a um simples propósito: captação de energia a partir do próprio movimento humano.

Através do trabalho em conjunto com a Universidade de Auckland foi possível criar uma solução barata e compacta para um futuro próximo, que em breve pode entrar em uso comercial. E por falar em possíveis aplicações do Stretech Sense, um dos usos mais prováveis é nos dispositivos vestíveis, como as pulseiras fitness.

Por exemplo, se utilizado nessas pulseiras, os sensores seriam carregados naturalmente durante os exercícios físicos, fazendo que os dispositivos não precisassem ser recarregados – o próprio Stretech Sense alimentará a bateria do aparelho. Ben O’Brien também disse que outros possíveis usos incluem sensores de monitoramento ambiental e monitoradores de saúde para idosos. Apesar de os sensores já mostrarem o potencial, não há qualquer data de quando eles poderão chegar ao mercado e realmente ser amplamente utilizados.

Fonte: Tecmundo

Já pensou em "puxar" imagens da TV?


Uma pesquisa conduzida por diversas universidades europeias quer levar a evolução de displays para um novo patamar, indo além de uma maior quantidade de pixels ou diminuição de espessura de tela. O Ghost, como está sendo chamado o projeto, quer tornar as telas adaptáveis ao gesto do usuário, e elas passariam a ter formas e se adaptar conforme o toque.

O projeto Ghost utiliza uma tecnologia conhecida como levitação por ultrassom para se moldar conforme o toque. A ideia para criação do projeto surgiu para dar formas 3D reais às imagens, função que não é possível com as telas que conhecemos hoje.

A tecnologia ainda está no campo de pesquisa e não tem previsão de chegada ao mercado, mas há uma série de aplicações possíveis em que ela poderia ser usada, como em mapas digitais onde seria possível mostrar fisicamente as nuances de relevo, por exemplo. A tecnologia também poderia ser usada para criar um órgão em 3D e ser operado por um médico em treinamento.

Os pesquisadores criaram uma série de protótipos para demonstrar a capacidade do projeto Ghost. Um deles é o Emerge, um gráfico interativo em três dimensões que se modifica conforme interação com o software ou pelo toque do usuário.

Entre as instituições envolvidas estão a Universidade de Bristol, do Reino Unido, e a Universidade de Eindhoven, da Holanda. O projeto está em desenvolvimento desde 2013 e os pesquisadores estimam que sejam preciso no mínimo mais 10 anos para que a o projeto Ghost chegue em um estágio avançado. Um dos desafios é adaptar a tecnologia para ser usada em dispositivos menores, como smartphones e tablets.

Fonte: Techtudo

quinta-feira, 30 de julho de 2015

Você sabe como a internet atravessa o continente?


Quando clicou neste link você devia estar imaginando que leria uma forma muito bem bolada de se fazer a transmissão da internet entre continentes, não é mesmo? Pois bem. Não é bem bolada. Mas ela não deixa de ser impressionante.

Na realidade, o que possibilita conectar o mundo todo em tempo real é uma rede de cabos submarinos como o da imagem acima. Uma extensa rede que pode ser vista em um mapa interativo.

Recentemente, o Brasil anunciou o investimento em um novo cabo que ligará Brasil a Portugal. São cerca de 8 mil quilômetros de cabo.

A nova ligação vai possibilitar mais oferta de banda e barateamento dos preços. Será mesmo? Quer aprender mais sobre o funcionamento desses cabos? Então clique aqui.

quarta-feira, 29 de julho de 2015

Envie mensagens autodestrutivas



Quem nunca quis enviar ou receber mensagens autodestrutivas como aquelas dos filmes do 007 e Missão Impossível? Sabia que agora isso é possível?

Uma nova extensão disponível para o navegador Google Chrome permite que o remetente selecione se ele deseja que a mensagem seja destruída em 1 hora, 1 dia ou 1 semana.

O destinatário tem a opção de antecipar a "destruição" caso já tenha lido o seu conteúdo.

O recurso pode ser eficiente para aquelas pessoas que trafegam dados pesados e que não necessitam de guardar os mesmos por muito tempo.

O Dmail, como é chamada a extensão, está em fase de testes gratuita. Mas a intenção do desenvolvedor é criar um plano de assinatura. Então, corre e testa antes que essa promoção seja autodestruída. Clique aqui para baixar a ferramenta.

terça-feira, 21 de julho de 2015

Sabia que algumas ideias podem matar o seu negócio?


Sim. Seu negócio pode ser um natimorto. Ou seja, morrer antes mesmo de vir ao mundo. E isso pode acontecer dependendo da maneira como você concebe este "filho".

Pensamentos do tipo: "Quero abrir um negócio. O que dá dinheiro?" e "Minha ideia é revolucionária", podem estar contribuindo para a sua falência precoce.

Encontramos este artigo da Revista Exame que você precisa ler. Clique aqui.

segunda-feira, 13 de julho de 2015

Regras básicas que todo empreendedor deve aplicar

fonte: artsoftsistemas.com.br

Paixão pelo negócio e visão estratégica dos riscos são, sim, muito importantes, mas não são tudo. É preciso pensar: sua empresa está “entrando no jogo” em pé de igualdade com as outras?

Tenha um Plano de negócios




É fundamental se antecipar e estar bem preparado — especialmente para este ano, em que as previsões para o mercado e economia não estão das mais otimistas e o planejamento se torna uma necessidade.

O plano de negócios é a peça chave nesse processo. É preciso definir bem as etapas, custos e ações para o ano inteiro. Colocando todas as estratégias no papel, o empreendedor pode vislumbrar melhor o que espera para o futuro e como agir diante deste cenário.

Cuidado nunca é demais. Decisões de última hora tendem a ser mais pessoais e emocionais e podem, por vezes, não ser as mais favoráveis ao negócio. Planeje, sempre!

Estruture seu Planejamento Financeiro




Lidar com as contas, planilhas e previsões financeiras é, tradicionalmente, reconhecida como a parte mais chata do negócio, pela maioria dos empreendedores. Muito comumente eles preferem lidar com o setor de vendas e tarefas operacionais.

De toda forma, é muito importante a adoção da cultura do cálculo para toda e qualquer empresa. Isso tem influência direta no plano de negócios, pois assim, objetivos e resultados podem ser melhor mensurados — o que dá a noção real do que se pode exigir e esperar de si e da própria equipe.

Você vai perceber que o comprometimento com as metas se torna cada vez mais sólido, deixando de lado as metas baseadas apenas em resultados imediatos. É preciso, para isso, alguém de confiança para essa função na equipe. Alguém que saiba desenvolver planilhas de acordo com os objetivos do negócio, projetar fluxo de caixa, além de conseguir desenvolver cenários otimistas, realistas e pessimistas. É sempre bom saber se os esforços estão sendo dedicados ao que realmente importa.

Faça Benchmarking 


Benchmarking é, basicamente, o estudo das práticas da concorrência. É a pesquisa pelo que está sendo feito de melhor no mercado em busca de aprimorar desempenho.

Ao observar cuidadosamente as melhores práticas, você aprende e melhora. Qualquer área da atividade organizacional deve ser estudada. Desde o desenvolvimento estratégico, passando pelo serviço do cliente e sua satisfação até as operações. Escolha as práticas que podem ser mais eficientes para sua empresa e inclua também como metas no plano de negócios.

Quanto mais, melhor. Referências nunca são demais.

Invista em Marketing de Conteúdo




Nos próximos anos, as organizações investirão mais e mais em profissionais especializados para criar conteúdos capazes de conquistar e fidelizar clientes.

A proposta é produzir conteúdos cada vez mais úteis e, assim, transmitir emoção e confiança aos consumidores, por meio de textos e vídeos personalizados que os façam se sentir únicos para a organização.

terça-feira, 26 de maio de 2015

5 MITOS SOBRE EMPREENDEDORISMO


Empreendedores são jovens

Nos EUA, os mais novos querem empreender e cultivam a ideia do negócio que começou na garagem. Mas muitos iniciaram empresas de sucesso depois dos 50 anos. No Brasil é o contrário. Aqui acreditamos que o jovem tem medo de empreender. Ele quer adquirir experiência antes de se aventurar. Pesquisa em dez universidades paulistas revelou que, dos 62% que querem empreender, menos da metade se sente segura para abrir seu negócio após se formar. Mas, na realidade, temos uma proporção muito grande de jovens empreendedores.


O empreendedorismo não acontece em grandes empresas

Nesse caso, seja nos EUA ou no Brasil, a situação é a mesma. Empreender em corporações é realmente mais difícil. Mas as norte-americanas estão mais avançadas do que as nossas. Em ambos os casos, as grandes organizações não favorecem a tomada de risco e a mudança.

Empreendedores são apostadores

O bom empreendedor não simplesmente aceita que há risco e aposta nisso. Ele tenta influenciar as probabilidades e diminuir os riscos com uma palavra mágica: estratégia.


Empreendedores não têm chefe e trabalham menos

O empreendedor tem os dois piores chefes que existem: o cliente e ele próprio. O empreendedor precisa estar disponível muito mais tempo que os outros que trabalham consigo, não pode tirar férias quando quer e, muitas vezes, não ganha de acordo com sua dedicação.


Ter sócio não é bom

Na verdade,  os sócios devem ter objetivos em comum para a empresa e perfis  complementares em conhecimento e comportamento para dividir as responsabilidades do negócio. A relação entre sócios que se complementam é fundamental para encontrar soluções alternativas em momentos de crise e um apoiar-se no outro nos momentos de dificuldade do negócio.


Fonte: 
Revista Pequenas Empresas e Grandes Negócios 
economia.uol.com 

segunda-feira, 11 de maio de 2015

10 filmes a que todo empreendedor deve assistir




Muitas vezes saímos do cinema encantados depois de assistir a um filme. Uma boa história serve de modelo e inspiração para qualquer espectador. Por isso separamos dez filmes a que todos os empreendedores deveriam assistir. Com mensagens diretas e indiretas, atitudes lícitas (e às vezes nem tanto), eles mostram a atuação no mundo dos negócios. Prepare sua pipoca e inspire-se com a lista abaixo, composta por filmes mais recentes e outros tirados do fundo do baú.

1.  “O lobo de Wall Street” (2013)




O filme é uma cinebiografia sobre o corretor de ações Jordan Belfort (Leonardo DiCaprio), que ficou rico e depois foi preso por acusações de fraude e outros crimes de colarinho branco. Apesar de ser uma comédia que parece ignorar a gravidade dos atos de Belfort, o filme dá algumas lições sobre jogo de cintura e principalmente para investidores.

2.  "A Teoria de Tudo" (2015)




Os empreendedores mais ligados em tecnologia costumam admirar a trajetória de Stephen Hawking. Baseado na biografia do astrofísico, este filme conta seus primeiros anos na faculdade, o início da debilitação causada por uma doença degenerativa e o relacionamento com Jane Wide. Hawking é um exemplo de superação e inteligência que pode inspirar muitos empreendedores. Dirigido por James Marsh, concorre ao Oscar de melhor filme neste ano.


3. “O homem que mudou o jogo” (2011)

Longe de ser um filme sobre esporte, “O homem que mudou o jogo” mostra como o treinador Billy Beane (Brad Pitt) fez o Oakland Athletics se destacar na liga nacional de beisebol. A grande sacada de Beane para fazer isso foi analisar estatísticas da equipe, que tinha a menor folha salarial entre as competidoras.

4. “A rede social” (2010)




“A rede social” conta a história de Mark Zuckerberg (Jesse Eisenberg), o fundador do Facebook, mostrando a criação da rede dentro da universidade Harvard, em 2003. Mostra sua controversa relação com outros fundadores, como o brasileiro Eduardo Saverin (Andrew Garfield), e com empreendedores, como Sean Parker (Justin Timberlake), o primeiro presidente do Facebook.

5. “Quem quer ser um milionário” (2008) 


Este filme britânico que mais parece um trabalho de Bollywood mostra o jovem Jamal Malik (Dev Patel) num famoso programa de perguntas e respostas na TV. Jamal busca em sua própria história, marcada por uma infância miserável e violenta, as respostas para as questões perguntadas pelo apresentador. É um exemplo de busca de força interior, algo essencial para empreendedores.

6. “À procura da felicidade” (2006) 


Em “À procura da felicidade”, Will Smith interpreta Chris Gardner, um pai de família com problemas financeiros. Tantos que sua mulher sai de casa, deixando o filho Christopher (Jaden Smith), de 5 anos. Chris consegue um estágio não-remunerado numa corretora de valores, mas não consegue dar conta das despesas da casa. Com isso, ele e o menino acabam dormindo em abrigos e estações de trem. É um grande exemplo de que se você tem um sonho, não deve desistir de alcançá-lo.

7.  “Piratas da informática” ou "Piratas do Vale do Silício"(1999) 




É um clássico entre os apaixonados por tecnologia. O filme mostra o começo de duas das principais empresas de tecnologia do mundo, a Apple e a Microsoft. Retrata as brigas de bastidores entre Steve Jobs (Noah Wyle) e Bill Gates (Anthony Michael Hall), a concorrência entre as companhias e sua importância no setor.

8. “Jerry Maguire - A grande virada” (1996)


Depois de uma crise de consciência, o bem-sucedido agente esportivo Jerry Maguire (Tom Cruise) escreve um documento defendendo que os agentes deveriam cuidar da carreira dos atletas de forma mais humana, ainda que isso significasse ganhar menos. Depois disso, acaba sendo demitido da consultoria onde trabalhava e perde seus clientes, à exceção do jogador de futebol americano Rod Tidwell (Cuba Gooding Jr). “Jerry Maguire – a grande virada” é um filme que mostra como é possível vencer depois de um fracasso.


9. “O segredo do meu sucesso" (1987)


O jovem Brantley Foster (Michael J. Fox) deixa uma cidadezinha no Kansas para tentar o sucesso em Nova York. Ao chegar lá, as coisas não saem como planejadas e ele se vê obrigado a pedir um emprego ao tio, Howard Prescott (Richard Jordan), que controla uma empresa milionária. Como o trabalho é modesto, Brantley, decide levar uma vida dupla, criando um personagem chamado Carlton Whitfield, um executivo de ideias brilhantes, mas que ninguém sabe de onde veio.


10. “O Poderoso Chefão” (1972)




O clássico que dá início à famosa trilogia dispensa muitas recomendações e mostra a trajetória da família Corleone e seus negócios ilícitos. O primeiro “Poderoso Chefão” mostra as vantagens e desvantagens de empreender em família e que o melhor sucessor pode ser quem menos se espera.


Fonte: Pequenas Empresas Grandes Negócios

terça-feira, 14 de abril de 2015

Gerencie seu estoque




O gerenciamento de estoque também é um dos pontos fundamentais para o sucesso de um negócio, seja ele virtual ou físico. Todo empreendedor deve ter em mente que, se vender, precisa entregar. Por este motivo, é importante saber exatamente a quantidade de cada item disponível. Caso você trabalhe com mercadorias de curto prazo de validade, o controle deve ser ainda mais rigoroso

Conheça mais um pouco da IHX em nossa FanPage

Saiba negociar





Uma estratégia importante para conseguir o melhor aproveitamento dos recursos é negociar com os fornecedores. Se você tiver um bom fluxo de caixa, conseguirá fazer compras grandes com pagamento à vista, o que pode significar custos menores na hora de repor o estoque e lucros mais altos no momento das vendas.

Fique por dentro de mais dicas curtindo a nossa FanPage

Adote estratégias de comunicação





Estratégias de comunicação devem ser adotadas em qualquer negócio, seja ele de grande ou pequeno porte.  Uma newsletter para o e-mail dos seus clientes, informando sobre novidades e promoções, é uma forma relativamente barata de informá-los. As redes sociais não podem ser deixadas de lado.

Fique por dentro de mais dicas em nossa FanPage

Conheça profundamente os seus clientes




Quanto mais você conhecer o seu cliente, maior será a probabilidade de você ter sucesso. Mas não basta apenas ter informações do tamanho do seu público-alvo e de sua preferência. Também é importante entender o comportamento, os hábitos e as rotinas de quem você quer atingir. Com essas informações em mãos, é possível personalizar produtos ou serviços, conquistar os usuários e obter sucesso mais facilmente.

Fique por dentro de mais dicas em nossa FanPage

Valide o seu modelo de negócio




A falta de planejamento é uma das principais causas de mortalidade das empresas. O ideal é testar e validar seu negócio o mais rapidamente possível – e não ter medo de mudar completamente a estratégia caso seja preciso. se você invalida uma ideia em pouco tempo, o prejuízo é menor. O canvas é um modelo bastante útil para elaborar seu plano de negócios.

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Entrevista de emprego: quais perguntas testam a inteligencia emocional?

Questões com foco comportamental são frequentes em entrevistas de emprego. Phil Johnson, fundador do Master of Business Leadership (MBL), plataforma online de coaching, publicou algumas na sua página no LinkedIn. Confira 20 perguntas que recrutadores fazem quando querem saber o nível de inteligência emocional de um candidato:

1. Por que este cargo o interessa?

2. Quais resultados você quer alcançar?

3. Como este cargo vai ajudá-lo a alcançar o que você quer?

4. Quais são seus pontos fortes?

5. Quem é responsável pelos seus resultados?

6. O que faz você rir?

7. Qual foi a última vez que você se sentiu envergonhado?

8. O que aconteceu? Como lidou com a situação?

9. Que tipos de atividade te dão mais energia e ânimo?

10. Como você se diverte?

11. Diga dois hábitos que você acha que são bons para você.

12. O quão bom você é em aceitar ajuda a outras pessoas?

13. O quão bom você é em pedir ajuda a outras pessoas?

14. Fale sobre uma “batalha” interna que você enfrenta diariamente.

15. O que o deixa bravo?

16. Por qual aspecto do seu trabalho você é apaixonado?

17. Como você poderia trazer mais equilíbrio para sua vida?

18. Quem o inspira? Por quê?

19. Em um dia comum, você se considera uma pessoa com alto ou baixo nível de energia?

20. Em um dia comum,  o seu foco está em tarefas e resultados ou em pessoas e emoções?

CONHEÇA NOSSOS PRODUTOS NO SITE

Fonte: exame.abril.com

segunda-feira, 30 de março de 2015

8 principais erros cometidos pelas pequenas e médias empresas



1. Não possuir um plano de negócios, planejamento estratégico ou análise mercadológica;

2. Misturar as finanças da empresa com as pessoais;

3. Contratar qualquer familiar ou amigo, e não as pessoas mais adequadas para a empresa. É preciso estabelecer os pré-requisitos para cada cargo/função, e selecionar as pessoas com o melhor perfil/competências necessárias para a empresa;



4. Não estabelecer metas e prazos para as pessoas. Além de definir o que cada sócio/funcionário deve realizar, é preciso estabelecer uma data/hora para finalizar. As despesas têm data fixa para pagamento. O atraso de uma tarefa pode atrasar o recebimento de uma receita e prejudicar o fluxo de caixa da empresa;



5. Tomar decisões sem informações precisas, principalmente informações financeiras. É preciso ter um controle detalhado de todas as receitas, despesas fixas e variáveis, e investimentos. É fundamental simular os impactos futuros de qualquer ação. Ex: Saber qual o custo operacional para definir o preço de venda dos produtos e a política de descontos;


6. Não tomar as decisões no momento em que é preciso, principalmente quando envolvem demissões, mudanças de procedimentos, aumento de atividades e controles, suspensão de operações, aumento no investimento, entre outras. Prorrogar a decisão só aumenta o tamanho das mudanças e dos impactos;

7. Contrair empréstimos para pagar as despesas operacionais, sem ter um plano de recuperação/reestruturação. Se a empresa não consegue pagar as despesas operacionais com as receitas da operação, é preciso mudar/rever o plano do negócio. Não confundir despesas operacionais com investimentos;



8. Acreditar que sabe tudo, que não precisa de ajuda e que nunca enfrentará dificuldades. É preciso ouvir e considerar a opinião/sugestão dos funcionários, clientes e fornecedores, se atualizar e se aperfeiçoar continuamente, e buscar ajuda profissional para agregar valor à operação da empresa.

terça-feira, 24 de março de 2015

4 DICAS PARA OTIMIZAR A COMUNICAÇÃO INTERNA



O livro “Sorria. Você trabalha aqui – 500 insights para Endomarketing” apresenta inúmeras maneiras para trabalhar e potencializar a comunicação interna na sua empresa. Porém, todas elas partem de um único pilar. “Pense globalmente e aja localmente”. Separamos 4 dicas para ser o ponta pé inicial para otimizar a comunicação interna do sei negócio:

1. Crie canais e espaços específicos para conteúdos do dia a dia, como reformas e manutenções, falta de luz, informações de tecnologia da informação, feriados etc. Essas informações não devem ocupar os mesmos espaços que conteúdos importantes, como programas e projetos corporativos.

2. Apresente os grandes números da empresa.  No final de cada ano, preste conta aos colaboradores de tudo que a empresa fez por eles e pela comunidade: tantas promoções, tantas horas de treinamento, tantos patrocínios para programas comunitários, tantos benefícios agregados ao pacote, tantos prêmios concedidos etc.

3. Inclua vídeos curtos e simples nas campanhas de endomarketing que sejam surpreendentes e emocionais. Use ícones e argumentos que não sejam óbvios para o público interno num formato de, no máximo, cinco minutos.

4. Mantenha o jornal de parede e o e-mural funcionando ao mesmo tempo, pois um não inviabiliza o outro. Ambos podem ser utilizados em diferentes lugares com diversos níveis de informação.


Fonte: HappyHouseBrasil – Agência de Endomarketing

quinta-feira, 19 de março de 2015

Cultural Organizacional: o que fazer e o que não fazer?


Um processo de mudança de cultura organizacional deve passar por diferentes fases para que consiga alcançar o sucesso. Algumas destas fases poderão ser realizadas internamente, com a ajuda dos Recursos Humanos, outras tendem a ser mais bem-sucedidas, mais rápidas e mais fidedignas quando realizadas por consultores externos à organização. Sugerimos aqui 10 dicas para estruturar um processo de mudança de cultura organizacional:

1. Comece por fazer um bom diagnóstico da situação atual, o que implica conhecer múltiplos aspectos dentro da organização: desde o estilo de gestão aos planos estratégicos, passando pelo clima, sistemas de recompensas e benefícios, salários, estilos de liderança e chegando até à missão e aos valores da organização. Recolha as opiniões de todos os colaboradores, utilizando diferentes metodologias (questionários online, grupos focais, etc).

2. Crie grupos constituídos por colaboradores de diferentes níveis hierárquicos e encontre o perfil da cultura organizacional desejada para o futuro.

3. Identifique os gaps entre a situação atual e a situação desejada, para se perceberem as mudanças a implementar. Nesta fase é fundamental perceber as implicações destas mudanças e decidir o que realmente vai ser objeto de mudança e o que se opta por não alterar. Até aqui será útil recorrer a um consultor externo que, pelo seu distanciamento face à organização, seja capaz de uma análise imparcial e objetiva.

4. Selecione o comitê de acompanhamento responsável pela gestão e pela implementação do processo de mudança cultural. Nessa equipe é indispensável o RH e também representantes dos diferentes níveis hierárquicos e funcionais na organização. Para que o processo seja bem sucedido, tem necessariamente de existir um diálogo aberto e transparente entre todos os elementos. Ouça todas as sugestões, valorize os contributos, envolva as pessoas na mudança. É fundamental ter a empresa do seu lado para que a mudança aconteça.

5. Cabe ao comité desenvolver um plano de ação estratégico: sugerimos que se identifiquem as ações menos complexas que possam ser implementadas de imediato, implementá-las, comunicar a toda a empresa o que foi feito e celebrar as conquistas alcançadas.

6. Tenha um plano de comunicação interna e informe todos os colaboradores do que está a acontecer com regularidade. Quando as pessoas não têm informação tendem a criar a sua própria, através dos rumores e boatos. Paralelamente crie uma forma de recolha das opiniões sobre as novas medidas implementadas e dê-lhes a devida atenção, não deixando sem resposta nenhuma ideia, sugestão ou crítica. Os colaboradores precisam sentir que, de fato, as suas opiniões contam. 

7. Estabeleça formas de avaliação do processo, com métricas bem definidas, transparentes e que 
sejam do conhecimento de todos.

8. Promova o alinhamento de todas as chefias, quer através de ações de formação sobre a temática da liderança que proporcionem uma linguagem e uma forma de trabalho comum, quer através de ações que os apoiem no seu papel de agentes de mudança junto das equipas.

9. Em conjunto com as chefias, identifique as atitudes e competências que cada colaborador precisa desenvolver para estar totalmente alinhado com a nova cultura.

10. Estabeleça um plano de desenvolvimento individual para cada colaborador de acordo com as necessidades identificadas.